13/02/2008 - 10:00
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, chegaram a um acordo sobre o que fazer para conter os efeitos da crise americana. Não vai haver aumento do superávit primário de 3,88% para 5% do PIB, como queria Meirelles. Mantega também venceu no cálculo do superávit. O governo deve expurgar até 0,5% em investimentos. Vai dar para fazer superávit de 3,38%. Mas Mantega teve de ceder em outra questão: se aumentar a fuga de capitais, não vai haver controle do fluxo. Meirelles vai controlar tudo pelo aumento dos juros.