O governo pretendia dar R$ 5,9 bilhões em aumentos para servidores públicos. Com a queda da CPMF, iria cortar 75% disso. O corte será de apenas 40%. Três carreiras serão privilegiadas: os militares, a Receita Federal e a Advocacia Geral da União. Mas ainda não se decidiu quando serão os aumentos. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, quer adiar tudo para outubro. O senador Francisco Dornelles, sub-relator do Orçamento, acha que dá para aumentar em abril.